domingo, 26 de outubro de 2014

É só isso, acabou, boa sorte!

Depois de um ano longo e cheio de desafios conseguimos chegar aqui! E não estamos dizendo que conseguimos alcançar sucesso no blog - isso é obvio - mas estamos dizendo isso literalmente: estamos vivas!

Sim, 2014 foi um ano turbulento, desde os eventos que ocorreram neste país tropical até os acontecimentos pessoais e profissionais. Chegar em novembro é praticamente ganhar uma batalha, não foi fácil. Esse terceiro ano e penúltimo de faculdade nos faz olhas para trás e perceber o quanto evoluímos como comunicadoras e o quanto mudamos desde o nosso primeiro passo na Cásper Líbero. Temos o orgulho de dizer que nossa agência júnior finalmente parece estar engajada para o temido quarto ano - já não podemos afirmar o mesmo sobre nossa preparação emocional.

Está perdido ou perdida neste post? Ah, calma! É só uma breve despedida já que nossa avaliação final será amanhã, em uma brava segundona - segundas nunca são fáceis :(

Agradecemos todos nossos leitores que de alguma forma puderam extrair algo relevante do nosso blog. Ou pelo menos que tenham se divertido um pouco. É cedo mas é agora, aproveitamos para deixar aqui o nosso desejo de boas festas, esperamos que 2015 seja um ano de sucesso - rezem por nosso TCC! E claro, todos convidados para a formatura!

Por último porém com certeza não menos importante (quem sabe até o mais importante?), esse ser estranho na foto - "o sexto elemento" - é a Julia, que chegou um pouquinho depois do início do Comunica Margarida e faz também parte da nossa agência. Esperamos que todas encarem o desafio de um projeto experimental e deixem a monografia para um futuro um pouco distante.


A equipe Comunica Margarida já se preparando para a formatura

Não esqueçam da Comunicação Interna! 
#Kbô #nóis #2014éisso #vamoquevamo #Minueto #ComunicaMargarida #CI

Valeu profª!!!
Abraços, beijos e flores
Margaridas <3 


sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Eventos que movimentam a comunicação interna


O quê é? Por quê? Para quem? Cada vez mais as organizações têm investido em práticas de comunicação que estejam alinhadas às estratégias de negócio. Afinal, estabelecer e determinar quais serão as ferramentas e meios utilizados para alcançar metas e objetivos, em conjunto com os princípios organizacionais, são os passos iniciais para realização de uma boa administração da instituição, tendo em vista o bom retorno que o uso desta ferramenta traz aos negócios e planos da organização.

Planejamento e pensamento estratégico são pautas que sempre serão abordadas quando o assunto é gestão da Comunicação Interna, pois, realizar um evento bem planejado e estruturado, considerando todas as variáveis positivas e negativas, trouxe ao mercado uma visão mais refinada e exigente ao profissional que realiza eventos, ao que é especializado em comunicação e principalmente às organizações. Em nosso post anterior, falamos sobre a composição das equipes de comunicação no Brasil, formada por profissionais de diversas áreas de ciências humanas. Em eventos, essa abrangência é maior ainda, apesar da evolução que essa ferramenta teve na parte estratégica de planejar, a parte operacional é bastante exigida e pode comprometer o resultado final, quando itens e etapas fundamentais não são cumpridos.

Tendo em vista a oportunidade de reunir pessoas, disseminar ideais, humanizar e estreitar relacionamentos, entre diferentes públicos, a área de comunicação das organizações faz uso dessa ferramenta com diferentes objetivos, entre eles, engajar áreas para um único ideal disseminando o sentimento de pertencimento e participação dos funcionários, em planos e projetos, que visa a expansão e elevação do patamar da organização no mercado. Entre a alta liderança, a realização de um evento também gera resultados positivos, principalmente quando o tipo de evento selecionado, estiver de acordo aos problemas apresentados.  

vamos lá! Exitem diversos tipos de eventos que podem ser aplicados mediante a necessidade das organizações e objetivos traçados com a sua realização - eventos de comunicação não é só fazer festinha, tem que ter um objetivo! Levantamos para nosso post de hoje quatro subcategorias de eventos: eventos  expositivos, eventos isolados, eventos de encontro e eventos sociais. Dentre estes, separamos a lista abaixo de quais eventos se encaixam nestas categorias, com foco nos eventos de encontro e social, cuja proposta principal é reunir pessoas em um único local, a fim de estreitar relacionamento, disseminar conteúdos e conquistar novos negócios.

Eventos Expositivos: feiras de negócios, exposições e mostras.
Eventos Isolados: open house, concursos.
Eventos Encontro: congressos, feiras, palestras, mesa redonda, conferências, painéis, debates, coletiva de imprensa.
Eventos Sociais: almoço, coquetel, solenidades, jantar , coffee break.

Neste tipo de evento, palestras são formas utilizadas com frequência pelas instituições de diferentes setores, para disseminar conhecimento, apresentar temas e informar ao público internos conteúdos relacionados á pautas de interesse da organização. 

Os eventos de solenidades, são utilizados em diversos contextos, porém,  a sua realização para inaugurar novas unidades, ou oficializar uma nova ocupação de cargo são utilizados normalmente pelas organizações.

Galerinha, por hoje vamos ficando por aqui. Com certeza nosso post fez você relembrar as inúmeras palestras que você foi convocado a participar, os incontáveis almoços e jantares de confraternização realizados com seu presidente, chefe e equipe e até mesmo os sorrisos e palavras de felicitação que você disse, pela oficialização de alguém em algum novo cargo, além de apresentar  mais uma ferramenta estratégica da comunicação interna que pode alcançar grandes resultados, quando usada de modo estratégico e planejado.


Susana Ferraz ;)

terça-feira, 21 de outubro de 2014

A equipe de comunicação

O mundo dos negócios está cada vez mais exigindo e cobrando das organizações a transparência em suas ações. Investidores, sócios, clientes, fornecedores, imprensa e colaboradores, por exemplo, necessitam de informações sobre o que é feito pelas empresas. Com isso, a importância de uma comunicação que transmita esse princípio é crescente.

A equipe de comunicação interna é a base de um bom relacionamento entre todos os tipos de públicos internos principalmente, desde a alta gerencia até seus colaboradores.

São múltiplas as formas de composição das equipes de trabalho, variando de um único funcionário até equipes inteiras dedicadas com profissionais de comunicação responsáveis pela coordenação dos trabalhos e serviços terceirizados de agências e de consultores. A prática tem mostrado que a atuação de um profissional de comunicação capacitado para coordenar os trabalhos é uma forma eficiente de se garantir que os objetivos traçados serão alcançados de acordo com as orientações previamente estabelecidas.

Em função das diferentes práticas da percepção do valor da comunicação pelas empresas, ainda é comum encontrar no Brasil áreas ou processos de comunicação conduzidos por profissionais não qualificados tecnicamente, comprometendo a eficiência no cumprimento do planejamento estratégico do próprio negócio ou até mesmo provocando problemas na operação. A Comunicação Interna tem a necessidade dos gestores não ficarem alheios às decisões estratégicas e quem lida com o público interno precisa ter uma forte sintonia com o clima organizacional.

O perfil do profissional de Comunicação Interna deve ser feita por profissionais com formação específica para assumir a coordenação dos trabalhos e tarefas específicas como redação, criação e planejamento. O relações-públicas tem sua formação com grande base nesses aspectos e por esse motivo é o mais indicado para a área: é direcionado a reconhecer, compreender e atender todos os tipos de públicos, trabalhando com clareza e transparência.


Porém, como podemos ver na pesquisa acima divulgada pela Aberje, há diferentes tipos de profissionais se voltando para a área.

O importante é o investimento e planejamento na área - função essencial para obter uma comunicação eficiente com que todos os colaboradores  não apenas se sintam bem e a vontade dentro do seu ambiente profissional, mas também para que o trabalho do setor de CI seja organizado e mensurado mostrando os resultados positivos que traz à empresa em si.


Maíra :*

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Extra, extra! Os desafios de incorporar a geração Y

Bom dia, caros leitores!

Confessamos que esta postagem não faz parte do nosso cronograma, porém, o assunto é muito cabível à Comunicação Interna e suas responsabilidades. O entendimento das gerações é essencial para conseguir conhecer o perfil de diversos públicos - quem sabe até possíveis stakeholders - e administrar a comunicação da maneira mais apropriada para cada um deles. Vale lembrar - e anotar! - que cada organização tem como exemplo uma geração, podendo ela ser da mais tradicional até a mais moderna e tecnológica, não necessariamente uma característica descartando a outra.

Começando do começo, vamos tentar simplificar. Antigamente uma geração surgia a cada aproximadamente 25 anos, mas atualmente com toda a tecnologia e o mundo acelerado as gerações se modificam em parte ou completamente de dez em dez anos (não precisamos nem entrar em detalhes nesse aspecto, sendo nosso último post exatamente sobre a evolução da comunicação). 

Só contextualizando (dica: se estiver por dentro do que são as gerações, pula para o próximo parágrafo)!A primeira geração é a Baby Boomers - é só traduzir para entender: após a II Guerra Mundial houve uma elevação da taxa de natalidade. Essa geração é caracterizada pela tradicionalidade e busca do emprego fixo, muitas vezes vestem a camisa da empresa com muito orgulho, procuram ser reconhecidos pelo trabalho e pela experiência. Já a geração X surge no meio de um pouco mais de tecnologia e é caracterizada atualmente por certas resistências em relação a tudo que é novo, além de apresentar insegurança em perder o emprego por pessoas mais novas e com mais energia. A geração Y em pouco tempo de vida já presenciou os maiores avanços na tecnologia e diversas quebras de paradigma do mercado de trabalho. Por conseguinte, num ambiente tão inovador, essa geração se individualiza ao apresentar características como capacidade em fazer várias coisas ao mesmo tempo, apresentando um desejo constante por novas experiências -o que no trabalho resulta em querer uma ascensão rápida, que a promova de cargos em períodos relativamente curtos e de maneira contínua. Por último, a geração Z são os jovens nascidos em meados dos anos noventa e já são motivo de reflexão por conta do seu comportamento individualista e de certa forma antissocial. É uma geração completamente conectada à internet com urgência de ter tudo agora, ou melhor ainda, para ontem.

Temos como base para desenvolver este conteúdo o artigo de Wilson da Costa Bueno publicado na Organicom (super recomendamos você clicar aqui para ver o artigo completo!). Vamos lá, só mais um pouquinho! 

Olha só que legal: "Segundo o Dieese (2011, p. 13), baseado nos resultados disponíveis da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) para 2010, a rotatividade dos trabalhadores no mercado brasileiro chegou a 53,8%, ou seja, mais de 50% da força total de trabalho no Brasil desligou-se do emprego, sendo substituída por porcentagem equivalente de trabalhadores admitidos. Dados do IBGE evidenciam também que os trabalhadores estão ficando no emprego por um tempo cada vez menor. Em abril de 2012, 16,7% deles estavam no máximo havia um ano no atual emprego e apenas 36,4% dos empregados formais estavam no mesmo local de trabalho por mais de cinco anos (Giffoni, 2012)".

Mas o que todos esses números - pavor dos comunicadores - querem dizer? A geração Y  possui profissionais qualificados que buscam sempre o próprio sucesso e não mais o sucesso da empresa como um todo. Ao serem admitidos em uma empresa, os profissionais da geração Y podem migrar de acordo com seus interesses particulares e recompensas, não ficam mais estancados no mesmo lugar por anos, muitas vezes inclusive investem no próprio negócio.

Tudo isso só nos faz concluir uma coisa: existe uma necessidade urgente de adaptação das empresas em relação seu relacionamento com o público interno - é preciso cativá-lo e engajá-lo de maneira eficiente e rápida, ou seja, é preciso que a corporação invista constantemente e possua um modelo de gestão inovador que prenda o interesse dos profissionais a fim de os manterem na empresa. É só observar os novos modelos de administração de empresas tecnológicas, como por exemplo, o Google e reflita: quem recusaria uma oferta de emprego deles diante dos benefícios e ambiente que eles oferecem? Outro exemplo é o empresário Richard Branson (fundador do grupo Virgin) que começou recentemente um novo modelo de gestão que oferece férias ilimitada - imagina só, que sonho! -  aos seus funcionários, desde que façam o seu trabalho. Não acredita? Leia a matéria da revista Exame aqui. 

Enfim, só para concluir, o trabalho todo de proporcionar benefícios que brilham aos olhos a quem são oferecidos é praticamente todo da Comunicação Interna. E ai, vamos colocar a criatividade para trabalhar?





Adriana :P


terça-feira, 14 de outubro de 2014

A evolução da comunicação



Este é um assunto que nos remete ao passado, mas que ao mesmo tempo é atual. Afinal, desde a Revolução Industrial e o avanço da tecnologia acompanhamos uma evolução contínua da comunicação. 


Falar de comunicação é falar da evolução do homem.  Na pré-história os homens já se comunicavam e expressavam seus sentimentos e pensamentos através de pinturas e gravuras nas cavernas e  posteriormente se criou a escrita.  A partir deste momento, o homem viu que poderia disseminar seus escritos para diversas pessoas e então a criação de livros e do primeiro jornal em 59 A.C - por Julio César, em Roma - com o objetivo de informar as pessoas sobre os mais importantes acontecimentos.

Falando em inovação, o homem inventou também o rádio que alcançava um número ainda maior de pessoas e teve sua primeira transmissão em 1900. O próximo passo foi a invenção da televisão em 1924: uma junção do conteúdo do jornal + conteúdo do rádio. A união de imagem e som.
Enfim, chegamos à era do computador que a princípio era uma máquina gigante do tamanho de uma sala, inicialmente usado apenas para fazer cálculos com a técnica da ficha perfurada. Diversas mudanças ocorreram neste meio tempo até os dias de hoje e as máquinas foram ficando cada vez menores, mais rápidas e com mais utilidades.
Hoje estamos todos conectados, o surgimento da internet foi com certeza um dos maiores avanços tecnológicos e implicou diretamente na forma das pessoas viverem, se comunicarem e se relacionarem.

Hoje você faz uma reunião com alguém que está na China e ainda consegue “ver” essa pessoa em uma transmissão ao vivo - a empresa não tem mais obrigação de investir em viagens das equipes. É uma coisa muito louca de imaginar, assim como é muito diferente para nós que vivemos nessa era tecnológico imaginarmos e pensarmos nessa comunicação do homem da caverna, ou até mesmo um pouco mais perto da nossa realidade imaginar que nossos pais se comunicavam por cartas. Já imaginou viver sem celular? Hoje é tudo muito rápido e fácil! 

Para nós profissionais de comunicação é de grande valia toda essa evolução. Ao mesmo tempo temos que sempre nos atualizarmos com as novas tecnologias para usufruirmos da melhor maneira o que ela pode nos proporcionar. É preciso ter um cuidado e dar atenção especial para ela, crise on-line pode destruir uma corporação em poucas horas - ou até minutos!

Flávia ;)

terça-feira, 30 de setembro de 2014

A comunicação dentro das agências

Em casa de ferreiro, o espeto é de pau #fato
Comunicação: é este o assunto que nos move e nos reúne neste blog #fato
Como fazer comunicação focando no seu público interno: é isto o que estamos tentando desenvolver #fato
Como cuidar da sua comunicação: ... #naofato

Sim, muitas organizações se preocupam em fazer a melhor comunicação, prestar a melhor assessoria, realizar o melhor evento, pontuar ações, criar, desenvolver e manter um planejamento. Mas e a comunicação com a sua equipe? E o diálogo que você tem com as pessoas que passam a maior parte do seu tempo com você cercado por fronteiras corporativas? Por que será que a maior irritação é quando você recebe uma ligação e a pessoa do outro lado da linha quer falar com alguém da sua equipe e você simplesmente gela, pois não sabe dar a informação e acaba falando que está naquela reunião de sempre? Por isso que eu o título deste post é o velho ditado “em casa de ferreiro, o espeto é de pau”. Por mais que você trabalhe com a comunicação, você acaba trabalhando para a comunicação e não com ela.

É por isso também que algumas organizações terceirizam a sua comunicação interna. Atualmente, o mercado está repleto de empresas especializadas em prestar serviço de comunicação interna para organizações que não tem “tempo” de fazer a própria. Isto por que as questões de comunicação externa, relacionamento com stakeholders, real estate, sustentabilidade, ações pontuais, imprensa... (ufa) e tantas outras áreas que demandam comunicação, são mais “importantes” para garantir o resultado do negócio. Mas se esquecem de que quem faz o negócio é o público interno.

O buraco fica mais embaixo quando essas agências que fazem a CI de uma empresa, contrata uma outra agência para fazer a sua CI. Viu porque o espeto é de pau? Calma, isso não é um fato tão negativo assim, afinal o olhar de fora é bem mais aguçado. Isso vai de perfil para perfil e não por demanda. Você terceirizar a CI pode ser uma saída, mas cuidar daqueles que operam todo aquele plano que você desenha para a sua casa é bem mais cuidadoso e garantido. Só #ficadica se isso realmente faz parte da cultura da empresa (vale lembrar), pois é melhor fazer bem feito do que fazer pela metade.

No entanto, desejar um “bom dia”, aplicar um “por favor” e não ter vergonha de dizer um “obrigado” não machuca e nem arranca pedaço #fato!



Camila Fialho :D

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Experiências profissionais: Órgão Público

Acho que a maioria das pessoas quando ouve a palavra política grita: NÃOOO!!! Governo então... dá até arrepio! Devido o histórico do nosso país tropical, existe um trauma nacional em torno desse assunto. Não pare de ler por aqui, por favor... juro que não vou simplificar! Foco!

Vamos lá! Andrade (1979) coloca “se existe um regime político que necessite de Relações Públicas é precisamente o democrático. Participação do povo no governo é o princípio fundamental da democracia. Participação ampla e efetiva, para que todos possam, realmente, influir nas decisões oficiais. Ninguém deve ser excluído da responsabilidade de contribuir para a formulação e solução dos problemas ligados aos negócios públicos. Para seu êxito, a administração governamental depende da atitude e opinião populares.

Fazer parte de qualquer órgão governamental é encontrar desafios todos os dias. Desde ouvir a opinião pública e traçar estratégias de como satisfazer a todos até a falta de verba para realizar as tarefas mais básicas do dia a dia. É preciso muita – mas MUITA – criatividade e paciência. Tudo o que precisar passará por muita burocracia até que seja aprovado.

A conselheira do CONFERP Ana Lúcia Novelli, ressalta quatro objetivos principais do RP Governamental:
  • Promover a adequada compreensão pública a respeito das funções das esferas governamentais;
  • Fornecer informações contínuas sobre as atividades da administração pública;
  • Estabelecer canais de comunicação que ofereçam ao cidadão a possibilidade de influir na política e ação do governo;
  • Estabelecer canais de comunicação pelos quais o cidadão possa ser alcançado pelos representantes da administração pública.
E, para aqueles que estão dentro das instituições privadas, é muito importante manter um bom relacionamento com o governo, pois muitas atividades de um departamento de Relações Públicas de uma empresa dependem diretamente de órgãos públicos.

Enfim, se você é RP de uma empresa, busque saber onde sua empresa e o governo cruzam, isso pode favorecer muito os negócios de ambas instituições.

Adriana Marsili :P