domingo, 26 de outubro de 2014

É só isso, acabou, boa sorte!

Depois de um ano longo e cheio de desafios conseguimos chegar aqui! E não estamos dizendo que conseguimos alcançar sucesso no blog - isso é obvio - mas estamos dizendo isso literalmente: estamos vivas!

Sim, 2014 foi um ano turbulento, desde os eventos que ocorreram neste país tropical até os acontecimentos pessoais e profissionais. Chegar em novembro é praticamente ganhar uma batalha, não foi fácil. Esse terceiro ano e penúltimo de faculdade nos faz olhas para trás e perceber o quanto evoluímos como comunicadoras e o quanto mudamos desde o nosso primeiro passo na Cásper Líbero. Temos o orgulho de dizer que nossa agência júnior finalmente parece estar engajada para o temido quarto ano - já não podemos afirmar o mesmo sobre nossa preparação emocional.

Está perdido ou perdida neste post? Ah, calma! É só uma breve despedida já que nossa avaliação final será amanhã, em uma brava segundona - segundas nunca são fáceis :(

Agradecemos todos nossos leitores que de alguma forma puderam extrair algo relevante do nosso blog. Ou pelo menos que tenham se divertido um pouco. É cedo mas é agora, aproveitamos para deixar aqui o nosso desejo de boas festas, esperamos que 2015 seja um ano de sucesso - rezem por nosso TCC! E claro, todos convidados para a formatura!

Por último porém com certeza não menos importante (quem sabe até o mais importante?), esse ser estranho na foto - "o sexto elemento" - é a Julia, que chegou um pouquinho depois do início do Comunica Margarida e faz também parte da nossa agência. Esperamos que todas encarem o desafio de um projeto experimental e deixem a monografia para um futuro um pouco distante.


A equipe Comunica Margarida já se preparando para a formatura

Não esqueçam da Comunicação Interna! 
#Kbô #nóis #2014éisso #vamoquevamo #Minueto #ComunicaMargarida #CI

Valeu profª!!!
Abraços, beijos e flores
Margaridas <3 


sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Eventos que movimentam a comunicação interna


O quê é? Por quê? Para quem? Cada vez mais as organizações têm investido em práticas de comunicação que estejam alinhadas às estratégias de negócio. Afinal, estabelecer e determinar quais serão as ferramentas e meios utilizados para alcançar metas e objetivos, em conjunto com os princípios organizacionais, são os passos iniciais para realização de uma boa administração da instituição, tendo em vista o bom retorno que o uso desta ferramenta traz aos negócios e planos da organização.

Planejamento e pensamento estratégico são pautas que sempre serão abordadas quando o assunto é gestão da Comunicação Interna, pois, realizar um evento bem planejado e estruturado, considerando todas as variáveis positivas e negativas, trouxe ao mercado uma visão mais refinada e exigente ao profissional que realiza eventos, ao que é especializado em comunicação e principalmente às organizações. Em nosso post anterior, falamos sobre a composição das equipes de comunicação no Brasil, formada por profissionais de diversas áreas de ciências humanas. Em eventos, essa abrangência é maior ainda, apesar da evolução que essa ferramenta teve na parte estratégica de planejar, a parte operacional é bastante exigida e pode comprometer o resultado final, quando itens e etapas fundamentais não são cumpridos.

Tendo em vista a oportunidade de reunir pessoas, disseminar ideais, humanizar e estreitar relacionamentos, entre diferentes públicos, a área de comunicação das organizações faz uso dessa ferramenta com diferentes objetivos, entre eles, engajar áreas para um único ideal disseminando o sentimento de pertencimento e participação dos funcionários, em planos e projetos, que visa a expansão e elevação do patamar da organização no mercado. Entre a alta liderança, a realização de um evento também gera resultados positivos, principalmente quando o tipo de evento selecionado, estiver de acordo aos problemas apresentados.  

vamos lá! Exitem diversos tipos de eventos que podem ser aplicados mediante a necessidade das organizações e objetivos traçados com a sua realização - eventos de comunicação não é só fazer festinha, tem que ter um objetivo! Levantamos para nosso post de hoje quatro subcategorias de eventos: eventos  expositivos, eventos isolados, eventos de encontro e eventos sociais. Dentre estes, separamos a lista abaixo de quais eventos se encaixam nestas categorias, com foco nos eventos de encontro e social, cuja proposta principal é reunir pessoas em um único local, a fim de estreitar relacionamento, disseminar conteúdos e conquistar novos negócios.

Eventos Expositivos: feiras de negócios, exposições e mostras.
Eventos Isolados: open house, concursos.
Eventos Encontro: congressos, feiras, palestras, mesa redonda, conferências, painéis, debates, coletiva de imprensa.
Eventos Sociais: almoço, coquetel, solenidades, jantar , coffee break.

Neste tipo de evento, palestras são formas utilizadas com frequência pelas instituições de diferentes setores, para disseminar conhecimento, apresentar temas e informar ao público internos conteúdos relacionados á pautas de interesse da organização. 

Os eventos de solenidades, são utilizados em diversos contextos, porém,  a sua realização para inaugurar novas unidades, ou oficializar uma nova ocupação de cargo são utilizados normalmente pelas organizações.

Galerinha, por hoje vamos ficando por aqui. Com certeza nosso post fez você relembrar as inúmeras palestras que você foi convocado a participar, os incontáveis almoços e jantares de confraternização realizados com seu presidente, chefe e equipe e até mesmo os sorrisos e palavras de felicitação que você disse, pela oficialização de alguém em algum novo cargo, além de apresentar  mais uma ferramenta estratégica da comunicação interna que pode alcançar grandes resultados, quando usada de modo estratégico e planejado.


Susana Ferraz ;)

terça-feira, 21 de outubro de 2014

A equipe de comunicação

O mundo dos negócios está cada vez mais exigindo e cobrando das organizações a transparência em suas ações. Investidores, sócios, clientes, fornecedores, imprensa e colaboradores, por exemplo, necessitam de informações sobre o que é feito pelas empresas. Com isso, a importância de uma comunicação que transmita esse princípio é crescente.

A equipe de comunicação interna é a base de um bom relacionamento entre todos os tipos de públicos internos principalmente, desde a alta gerencia até seus colaboradores.

São múltiplas as formas de composição das equipes de trabalho, variando de um único funcionário até equipes inteiras dedicadas com profissionais de comunicação responsáveis pela coordenação dos trabalhos e serviços terceirizados de agências e de consultores. A prática tem mostrado que a atuação de um profissional de comunicação capacitado para coordenar os trabalhos é uma forma eficiente de se garantir que os objetivos traçados serão alcançados de acordo com as orientações previamente estabelecidas.

Em função das diferentes práticas da percepção do valor da comunicação pelas empresas, ainda é comum encontrar no Brasil áreas ou processos de comunicação conduzidos por profissionais não qualificados tecnicamente, comprometendo a eficiência no cumprimento do planejamento estratégico do próprio negócio ou até mesmo provocando problemas na operação. A Comunicação Interna tem a necessidade dos gestores não ficarem alheios às decisões estratégicas e quem lida com o público interno precisa ter uma forte sintonia com o clima organizacional.

O perfil do profissional de Comunicação Interna deve ser feita por profissionais com formação específica para assumir a coordenação dos trabalhos e tarefas específicas como redação, criação e planejamento. O relações-públicas tem sua formação com grande base nesses aspectos e por esse motivo é o mais indicado para a área: é direcionado a reconhecer, compreender e atender todos os tipos de públicos, trabalhando com clareza e transparência.


Porém, como podemos ver na pesquisa acima divulgada pela Aberje, há diferentes tipos de profissionais se voltando para a área.

O importante é o investimento e planejamento na área - função essencial para obter uma comunicação eficiente com que todos os colaboradores  não apenas se sintam bem e a vontade dentro do seu ambiente profissional, mas também para que o trabalho do setor de CI seja organizado e mensurado mostrando os resultados positivos que traz à empresa em si.


Maíra :*

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Extra, extra! Os desafios de incorporar a geração Y

Bom dia, caros leitores!

Confessamos que esta postagem não faz parte do nosso cronograma, porém, o assunto é muito cabível à Comunicação Interna e suas responsabilidades. O entendimento das gerações é essencial para conseguir conhecer o perfil de diversos públicos - quem sabe até possíveis stakeholders - e administrar a comunicação da maneira mais apropriada para cada um deles. Vale lembrar - e anotar! - que cada organização tem como exemplo uma geração, podendo ela ser da mais tradicional até a mais moderna e tecnológica, não necessariamente uma característica descartando a outra.

Começando do começo, vamos tentar simplificar. Antigamente uma geração surgia a cada aproximadamente 25 anos, mas atualmente com toda a tecnologia e o mundo acelerado as gerações se modificam em parte ou completamente de dez em dez anos (não precisamos nem entrar em detalhes nesse aspecto, sendo nosso último post exatamente sobre a evolução da comunicação). 

Só contextualizando (dica: se estiver por dentro do que são as gerações, pula para o próximo parágrafo)!A primeira geração é a Baby Boomers - é só traduzir para entender: após a II Guerra Mundial houve uma elevação da taxa de natalidade. Essa geração é caracterizada pela tradicionalidade e busca do emprego fixo, muitas vezes vestem a camisa da empresa com muito orgulho, procuram ser reconhecidos pelo trabalho e pela experiência. Já a geração X surge no meio de um pouco mais de tecnologia e é caracterizada atualmente por certas resistências em relação a tudo que é novo, além de apresentar insegurança em perder o emprego por pessoas mais novas e com mais energia. A geração Y em pouco tempo de vida já presenciou os maiores avanços na tecnologia e diversas quebras de paradigma do mercado de trabalho. Por conseguinte, num ambiente tão inovador, essa geração se individualiza ao apresentar características como capacidade em fazer várias coisas ao mesmo tempo, apresentando um desejo constante por novas experiências -o que no trabalho resulta em querer uma ascensão rápida, que a promova de cargos em períodos relativamente curtos e de maneira contínua. Por último, a geração Z são os jovens nascidos em meados dos anos noventa e já são motivo de reflexão por conta do seu comportamento individualista e de certa forma antissocial. É uma geração completamente conectada à internet com urgência de ter tudo agora, ou melhor ainda, para ontem.

Temos como base para desenvolver este conteúdo o artigo de Wilson da Costa Bueno publicado na Organicom (super recomendamos você clicar aqui para ver o artigo completo!). Vamos lá, só mais um pouquinho! 

Olha só que legal: "Segundo o Dieese (2011, p. 13), baseado nos resultados disponíveis da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) para 2010, a rotatividade dos trabalhadores no mercado brasileiro chegou a 53,8%, ou seja, mais de 50% da força total de trabalho no Brasil desligou-se do emprego, sendo substituída por porcentagem equivalente de trabalhadores admitidos. Dados do IBGE evidenciam também que os trabalhadores estão ficando no emprego por um tempo cada vez menor. Em abril de 2012, 16,7% deles estavam no máximo havia um ano no atual emprego e apenas 36,4% dos empregados formais estavam no mesmo local de trabalho por mais de cinco anos (Giffoni, 2012)".

Mas o que todos esses números - pavor dos comunicadores - querem dizer? A geração Y  possui profissionais qualificados que buscam sempre o próprio sucesso e não mais o sucesso da empresa como um todo. Ao serem admitidos em uma empresa, os profissionais da geração Y podem migrar de acordo com seus interesses particulares e recompensas, não ficam mais estancados no mesmo lugar por anos, muitas vezes inclusive investem no próprio negócio.

Tudo isso só nos faz concluir uma coisa: existe uma necessidade urgente de adaptação das empresas em relação seu relacionamento com o público interno - é preciso cativá-lo e engajá-lo de maneira eficiente e rápida, ou seja, é preciso que a corporação invista constantemente e possua um modelo de gestão inovador que prenda o interesse dos profissionais a fim de os manterem na empresa. É só observar os novos modelos de administração de empresas tecnológicas, como por exemplo, o Google e reflita: quem recusaria uma oferta de emprego deles diante dos benefícios e ambiente que eles oferecem? Outro exemplo é o empresário Richard Branson (fundador do grupo Virgin) que começou recentemente um novo modelo de gestão que oferece férias ilimitada - imagina só, que sonho! -  aos seus funcionários, desde que façam o seu trabalho. Não acredita? Leia a matéria da revista Exame aqui. 

Enfim, só para concluir, o trabalho todo de proporcionar benefícios que brilham aos olhos a quem são oferecidos é praticamente todo da Comunicação Interna. E ai, vamos colocar a criatividade para trabalhar?





Adriana :P


terça-feira, 14 de outubro de 2014

A evolução da comunicação



Este é um assunto que nos remete ao passado, mas que ao mesmo tempo é atual. Afinal, desde a Revolução Industrial e o avanço da tecnologia acompanhamos uma evolução contínua da comunicação. 


Falar de comunicação é falar da evolução do homem.  Na pré-história os homens já se comunicavam e expressavam seus sentimentos e pensamentos através de pinturas e gravuras nas cavernas e  posteriormente se criou a escrita.  A partir deste momento, o homem viu que poderia disseminar seus escritos para diversas pessoas e então a criação de livros e do primeiro jornal em 59 A.C - por Julio César, em Roma - com o objetivo de informar as pessoas sobre os mais importantes acontecimentos.

Falando em inovação, o homem inventou também o rádio que alcançava um número ainda maior de pessoas e teve sua primeira transmissão em 1900. O próximo passo foi a invenção da televisão em 1924: uma junção do conteúdo do jornal + conteúdo do rádio. A união de imagem e som.
Enfim, chegamos à era do computador que a princípio era uma máquina gigante do tamanho de uma sala, inicialmente usado apenas para fazer cálculos com a técnica da ficha perfurada. Diversas mudanças ocorreram neste meio tempo até os dias de hoje e as máquinas foram ficando cada vez menores, mais rápidas e com mais utilidades.
Hoje estamos todos conectados, o surgimento da internet foi com certeza um dos maiores avanços tecnológicos e implicou diretamente na forma das pessoas viverem, se comunicarem e se relacionarem.

Hoje você faz uma reunião com alguém que está na China e ainda consegue “ver” essa pessoa em uma transmissão ao vivo - a empresa não tem mais obrigação de investir em viagens das equipes. É uma coisa muito louca de imaginar, assim como é muito diferente para nós que vivemos nessa era tecnológico imaginarmos e pensarmos nessa comunicação do homem da caverna, ou até mesmo um pouco mais perto da nossa realidade imaginar que nossos pais se comunicavam por cartas. Já imaginou viver sem celular? Hoje é tudo muito rápido e fácil! 

Para nós profissionais de comunicação é de grande valia toda essa evolução. Ao mesmo tempo temos que sempre nos atualizarmos com as novas tecnologias para usufruirmos da melhor maneira o que ela pode nos proporcionar. É preciso ter um cuidado e dar atenção especial para ela, crise on-line pode destruir uma corporação em poucas horas - ou até minutos!

Flávia ;)

terça-feira, 30 de setembro de 2014

A comunicação dentro das agências

Em casa de ferreiro, o espeto é de pau #fato
Comunicação: é este o assunto que nos move e nos reúne neste blog #fato
Como fazer comunicação focando no seu público interno: é isto o que estamos tentando desenvolver #fato
Como cuidar da sua comunicação: ... #naofato

Sim, muitas organizações se preocupam em fazer a melhor comunicação, prestar a melhor assessoria, realizar o melhor evento, pontuar ações, criar, desenvolver e manter um planejamento. Mas e a comunicação com a sua equipe? E o diálogo que você tem com as pessoas que passam a maior parte do seu tempo com você cercado por fronteiras corporativas? Por que será que a maior irritação é quando você recebe uma ligação e a pessoa do outro lado da linha quer falar com alguém da sua equipe e você simplesmente gela, pois não sabe dar a informação e acaba falando que está naquela reunião de sempre? Por isso que eu o título deste post é o velho ditado “em casa de ferreiro, o espeto é de pau”. Por mais que você trabalhe com a comunicação, você acaba trabalhando para a comunicação e não com ela.

É por isso também que algumas organizações terceirizam a sua comunicação interna. Atualmente, o mercado está repleto de empresas especializadas em prestar serviço de comunicação interna para organizações que não tem “tempo” de fazer a própria. Isto por que as questões de comunicação externa, relacionamento com stakeholders, real estate, sustentabilidade, ações pontuais, imprensa... (ufa) e tantas outras áreas que demandam comunicação, são mais “importantes” para garantir o resultado do negócio. Mas se esquecem de que quem faz o negócio é o público interno.

O buraco fica mais embaixo quando essas agências que fazem a CI de uma empresa, contrata uma outra agência para fazer a sua CI. Viu porque o espeto é de pau? Calma, isso não é um fato tão negativo assim, afinal o olhar de fora é bem mais aguçado. Isso vai de perfil para perfil e não por demanda. Você terceirizar a CI pode ser uma saída, mas cuidar daqueles que operam todo aquele plano que você desenha para a sua casa é bem mais cuidadoso e garantido. Só #ficadica se isso realmente faz parte da cultura da empresa (vale lembrar), pois é melhor fazer bem feito do que fazer pela metade.

No entanto, desejar um “bom dia”, aplicar um “por favor” e não ter vergonha de dizer um “obrigado” não machuca e nem arranca pedaço #fato!



Camila Fialho :D

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Experiências profissionais: Órgão Público

Acho que a maioria das pessoas quando ouve a palavra política grita: NÃOOO!!! Governo então... dá até arrepio! Devido o histórico do nosso país tropical, existe um trauma nacional em torno desse assunto. Não pare de ler por aqui, por favor... juro que não vou simplificar! Foco!

Vamos lá! Andrade (1979) coloca “se existe um regime político que necessite de Relações Públicas é precisamente o democrático. Participação do povo no governo é o princípio fundamental da democracia. Participação ampla e efetiva, para que todos possam, realmente, influir nas decisões oficiais. Ninguém deve ser excluído da responsabilidade de contribuir para a formulação e solução dos problemas ligados aos negócios públicos. Para seu êxito, a administração governamental depende da atitude e opinião populares.

Fazer parte de qualquer órgão governamental é encontrar desafios todos os dias. Desde ouvir a opinião pública e traçar estratégias de como satisfazer a todos até a falta de verba para realizar as tarefas mais básicas do dia a dia. É preciso muita – mas MUITA – criatividade e paciência. Tudo o que precisar passará por muita burocracia até que seja aprovado.

A conselheira do CONFERP Ana Lúcia Novelli, ressalta quatro objetivos principais do RP Governamental:
  • Promover a adequada compreensão pública a respeito das funções das esferas governamentais;
  • Fornecer informações contínuas sobre as atividades da administração pública;
  • Estabelecer canais de comunicação que ofereçam ao cidadão a possibilidade de influir na política e ação do governo;
  • Estabelecer canais de comunicação pelos quais o cidadão possa ser alcançado pelos representantes da administração pública.
E, para aqueles que estão dentro das instituições privadas, é muito importante manter um bom relacionamento com o governo, pois muitas atividades de um departamento de Relações Públicas de uma empresa dependem diretamente de órgãos públicos.

Enfim, se você é RP de uma empresa, busque saber onde sua empresa e o governo cruzam, isso pode favorecer muito os negócios de ambas instituições.

Adriana Marsili :P

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Experiências profissionais: assessoria de imprensa

Hoje o assunto é um pouco mais externo do que interno, vou falar sobre assessoria de imprensa, uma área que muitas empresas investem hoje em dia. 
A Assessoria de Imprensa é conjunto de estratégias e ações desenvolvidas com o objetivo de estabelecer canais de comunicação entre uma empresa ou organização com os profissionais de imprensa, em particular. A assessoria de imprensa não deve se restringir à ações unilaterais quando a situação lhe interessa, mas promover um relacionamento efetivo com os jornalistas.

É também uma ferramenta relativamente barata, pois as publicações são de graça e tem grande repercussão, por esse motivo muitas empresas investem no serviço. Porém, não é tão simples assim. Ultimamente as mídias estão cada vez menos interessadas em publicarem matérias para promover empresas, procuram algo de diferente e inovador e não publicidade. Algumas empresas confundem o serviço e acreditam que é “obrigação” da imprensa publicar suas novidades. 


O relacionamento com a imprensa é de grande importância, uma via de mão dupla na qual o jornalista ajuda a empresa promovendo-a e a empresa ajuda o jornalista com fontes de assuntos desconhecidos por ele.

As empresas devem trabalhar com a imprensa com muita cautela, pois tudo que se diz em uma entrevista pode ser publicado e isso pode gerar uma crise. Além disso, um fato de grande valor são as notícias publicadas: o primeiro público que deve saber sobre o assunto é o interno,  utilizar da imprensa para comunicar os funcionários é um grande erro que pode acabar estragando a relação de transparência e confiança. A comunicação interna anda junto com a assessoria de imprensa, devem sempre ser trabalhadas juntas para que nunca o mundo fique sabendo antes dos próprios colaboradores. 

Com isso é essencial que a empresa tenha porta-vozes, além de todas as pessoas envolvidas passarem por um mídia training em algum momento, pois estão sujeitos a serem explorados pela a imprensa, principalmente quando há uma situação diferente e crítica. Com isso é de grande importância que os funcionários - principalmente a alta gestão - estejam prontos para qualquer situação  em que precisarão enfrentar um grande público. 

Maíra Pizzo :*

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Experiências profissionais: ramo bancário

Quem nunca ouviu os slogans “foi feito para você”, “valorizando ideias”, “por uma vida melhor” ou “colocando você frente a frente”? Neste exato momento você deve estar resgatando em sua memória essas frases que foram feitas por suas respectivas instituições financeiras – famosos bancos – com o objetivo de comunicar e fixar suas marcas na mente de um cliente como eu e você.
Como ferramenta estratégica, a comunicação interna de uma determinada instituição é propagada de modo alinhado à cultura organizacional, imagem institucional e ramo de negócio. O nosso post de hoje é sobre experiências profissionais em empresas que atuam no segmento bancário e possuem naturalmente um grau elevado de relevância para a sociedade e para a dinâmica econômica. 
 

A comunicação interna de uma instituição financeira não é incomum, entre as práticas utilizadas por profissionais de comunicação hoje em dia, ou utilizada exclusivamente com o ‘’olhar financeiro’’ de engajamento aos funcionários para as vendas de empréstimos e produtos, lucros, expansão do parque de atendimento ou aumento do número de clientes associados. Porém, devido ao segmento de atuação, essa ferramenta estratégica é utilizada para deixar os funcionários antenados quanto à essas metas. Um bom exemplo sobre experiências nessa gestão é o seu uso para divulgação do número de caixas eletrônicos que o banco alcançou, exposto geralmente nas chamadas ‘’intranets’’ - página inicial de web da empresa - e papéis de parede na área de trabalho dos computadores de cada funcionário.
Outro ponto importante é destacar e relatar o uso estratégico de determinados veículos específicos, como os jornais murais - informações sobre o destaque do banco no mercado - uso de TVs corporativas e jornais internos - para divulgar indicadores da produtividade das áreas e eficiência da gestão dos processos da organização. Também é preciso abordar assuntos relativos ao mercado, tais como: acordos estabelecidos junto aos bancos acionistas que beneficiam a instituição, leis de proteção ao consumidor, aumento ou redução de impostos e até mesmo questões de segurança na divulgação de informações internas, não esquecendo as ações de segurança contra sinistros nas lojas, agências ou caixas eletrônicos.
Como vocês puderam perceber, a comunicação interna neste segmento atua como uma ferramenta de apoio à gestão do negócio da instituição e estímulo para alcançar as metas, prazos e cronogramas, mas com um jeitinho todo especial de ser, especialmente para informar o funcionário o resultado de seus esforços e mostrar como sua atitude e postura contribuíram para os bons resultados e o impacto que tudo isso causa no mercado.

Susana Ferraz :)

terça-feira, 29 de julho de 2014

Experiências profissionais: varejo II


É! O varejo é um ramo muito importante. É uma atividade reconhecida e praticada há muito tempo. Há quem diga que desde a época das cavernas, quando o homem se submetia a caça e a troca de produtos. 

Sem contar que o varejo é uma prestação de serviço em tempo integral. São muitas pessoas cobrindo turnos a fim de atender da melhor forma a população, que em geral, não tem tempo para nada.

Agora, você já pensou que quando você sai do trabalho e decide passar em um mercado, por exemplo, há pessoas trabalhando ali para te atender? Que enquanto o seu turno já acabou, o dele pode estar apenas começando? É! O varejo é um ramo muito importante.

Quando pensamos em comunicação para estas pessoas, em especial, temos que nos colocar no lugar deles. Muitos não têm acesso ao computador, não ficam o tempo todo na área interna da unidade e têm mil coisas para fazer ao mesmo tempo, sem condições de parar e ler um mural ou uma revista. É! O varejo é um ramo muito importante... e seus colaboradores também.
Por isso, é fundamental que um relacionamento seja criado e cultivado entre organização e colaborador. Você mostrar a ele que ele é importante e faz parte da empresa é essencial para criar vínculos e conseguir que a sua comunicação seja efetiva. Isso é comunicação estratégica

Eleger intermediários – responsáveis por receber as comunicações e disseminá-las aos seus colegas de trabalho -, deixar que eles opinem nas pautas dos veículos de comunicação internos, serem protagonistas nas matérias são umas das muitas ideias de como essa relação pode ser criada. 

O varejo já possui uma característica propícia à dificuldade da comunicação efetiva, por ter um quadro volumoso de funcionários, em que o índice de turn over é grande. Ou seja: manter contato, criar grandes redes de relacionamento e conhecer todas as áreas da sua organização é fundamental para sempre passar a diante os valores e a comunicação da organização.

Por isso eu repito: É! O varejo é um ramo muito importante.


Camila Fialho :D

terça-feira, 15 de julho de 2014

Experiências profissionais: varejo I

Hoje vou contar um pouco da minha experiência como profissional de comunicação interna em uma empresa de varejo.

Como todos nós comunicadores sabemos, em primeiro lugar precisamos estabelecer nossos públicos, digo no plural, e diria até que um plural bem extenso, pois nesse setor temos diversos perfis de empregados.  Temos que fazer comunicação para um montador que nunca está fisicamente na empresa, mas que precisa ser informado tanto quanto o presidente.  Ou seja, utilizamos diversas ferramentas distintas para conseguirmos alcançar TODOS os públicos da companhia. 

Na minha experiência uma ferramenta muito eficiente é o Jornal Mural, em todas as lojas, que no caso são mais de 700. Esse mural está afixado em um local de comum de circulação dos vendedores e nele contém todo o conteúdo de comunicação, seja sobre RH, dicas de saúde e bem-estar, principais acontecimentos, enfim. A periodicidade é quinzenal, porém, quando precisamos comunicar alguma coisa que não dá para esperar esses 15 dias nós enviamos um comunicado para o gerente de cada loja, esse gerente é o único que tem e-mail corporativo e ele é o responsável por dividir essa informação com sua equipe. 

Pode parecer um pouco arcaico utilizar jornal mural impresso em uma quantidade tão grande de lojas e centros de distribuição, mas já fizemos pesquisas e tivemos um índice muito bom de leitura por parte dos funcionários. Já faz parte da rotina deles, tanto que quando eles não o recebem por algum problema de logística eles nos ligam e perguntam: - “ não tem mural essa semana? ”.

Além do mural utilizamos outras ferramentas, mas devemos sempre ficar atentos ao fato de que nem todos possuem e-mail, nem todos ficam dentro das lojas. Neste caso específico criamos um jornal mural disponível no tablet dos montadores, já que eles ficam sempre na rua eles tem condições de acessar o mural via tablet a qualquer momento. O mesmo conteúdo que vai para o mural físico vai para a versão online. É imprescindível também adequarmos a linguagem para os diferentes públicos. 

Com esses dois exemplos espero ter dado alguma ajuda para meus colegas de profissão e digo que trabalhar com tamanha diversidade de público é sempre enriquecedor e ao mesmo tempo divertido.


Flávia Aguiar ;)

terça-feira, 1 de julho de 2014

Como estreitar relacionamentos?


Quando vejo essa pergunta já vou pensando em problema. Mas calma, respira fundo e vamos lá! 

Ao contrário do que era falado há algum tempo, não existe fórmula mágica e nem um manual de instruções passo-a-passo para estreitar relacionamentos. Existem milhões de livros – maioria autoajuda, ahá – sobre como ter sucesso. No caso, esse estreitamento de relacionamentos está inserido na corporação. A palavra-chave de hoje é engajamento.



O que é engajamento? Segundo Bruno Carramenha, Thatiana Cappellano e Viviane Mansi, engajamento é “a disposição contínua dos empregados em alcançar um objetivo comum à organização, entendido ao mesmo tempo como coletivo e individual. É de todos, à medida que o todo se alimenta dos mesmo objetivos da empresa, e é individual, à medida que depende de um primeiro passo, o qual cada empregado está disposto a dar pessoalmente”.

O engajamento dos empregados está diretamente ligado à cultura da empresa. Só para não deixar passar em branco, a cultura é sustentada por três pilares: quem somos? Como somos? E por que somos? Cada empresa está rodeada de indutores, que são os elementos-chave da corporação (aspectos históricos, valores, pressupostos básicos, artefatos visíveis – vestimenta, comportamentos, linguagens... - estratégias gerenciais, entre outros). Para engajar é preciso entender a dinâmica utilizada e desbravar a cultura do ambiente, para isso, é altamente necessário despir-se da própria cultura e valores para enxergar o novo e o melhor modo de fazer isso é ouvir. Ouvir e observar, dos terceirizados e estagiários até o presidente.

São vários os elementos que engajam: remuneração, orgulho da empresa, crescimento na carreira, confiança, relacionamento com colegas, relacionamento com o líder... o papel que temos trabalhando na comunicação interna é organizar tais elementos de modo claro para os empregados.

Para concluir, o engajamento só surge quando os discursos estão alinhados e a maioria dos empregados está satisfeito com a organização. Para engajar de modo eficiente é preciso entender o ambiente, superar as dificuldades e partir para as ações que condizem com a realidade. Não adianta implantar – ou melhor, obrigar – ações que não fazem sentido dentro do ambiente, isso só fará com que os funcionários se sintam ainda mais deslocados da corporação.


Adriana Marsili :P

segunda-feira, 16 de junho de 2014

O diferente é só questão de opinião



Prezados e prezadas apreciadores da Comunicação!
Até o momento, neste blog, tentamos falar de um dos poucos princípios que constroem uma Comunicação Interna. Já falamos sobre sua origem e sua finalidade, cultura, seus meios de atingir os colaboradores, empresas que se destacam... até de política já falamos! 

Pois bem, para nossa receita (e acredite: não é de bolo) começar a tomar forma, aqui vai o modo de preparo para efetivar tudo isso e começar a colocar a mão na massa... literalmente!

Difícil é parar de pensar no bolo...
Primeiro, esqueça a receita. Isso mesmo: ingredientes, porções... tudo! Pode jogar fora. 
Em comunicação não há receita e nem forma de bolo! Na comunicação há bom senso e criatividade. Como um bom comunicador, tenho certeza que a partir do momento que você vive sua área, seu departamento, seu chefe ou até você mesmo - afinal, em muitos dos casos a Comunicação Interna é feita por uma ou duas pessoas – você sabe o que é certo e o que não é.

Mas o que é que tudo isso tem a ver com Comunicação Interna Diferenciada? Justamente isso: cada um sabe o que é melhor pra sua organização a partir do ponto de vista da comunicação, desde que esteja alinhado ao objetivo do negócio da sua empresa. 

Assim como a cultura estabelece certos princípios na forma de agir da organização, a comunicação deve estar alinhada à esta atitude. A comunicação diferenciada deve ser algo jamais visto pelos colaboradores - desde que não interfira nas políticas e na conduta dos valores organizacionais do lugar em que você trabalha. Ou seja, se você trabalha em uma empresa tradicional, você pode diferenciar na forma visual dos seus veículos, aproveitando a cultura que a empresa emprega mantendo a mesma linguagem. Já se você trabalha em um lugar em que a modernidade impera, abusar da criatividade, inovando sempre, pode ser uma boa escolha. 

Agora, para colocar no forno tudo depende de você, pois a área de comunicação são os olhos e os ouvidos de tudo o que acontece aos arredores das paredes corporativas. Sem dúvida, da mesma forma que você sabe qual sapato cabe no seu pé, qual é o suco favorito do seu melhor amigo ou até qual é a cor preferida do seu ídolo, você saberá o que os seus colaboradores esperam da comunicação. Se você não sabe, há mil e uma possibilidades de descobrir, afinal, se nada der certo como comunicadores, detetive será nossa próxima profissão!

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 Por: Camila Fialho, 21, Comunicação.                
              Escrevendo o futuro a cada dia.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Veículos criativos da CI

Olá!

Sempre quando falamos em criatividade, logo pensamos em algo inovador que surpreende e mexe com a gente pela incrível capacidade de reinventar ações,  modificar  rotinas e impactar.

Hoje nosso tema é bem legal e envolve exatamente essa habilidade que pessoas, empresas e  profissionais da área de comunicação possuem para elaborar e utilizar - de  modo criativo - veículos de comunicação interna.



Podemos listar aqui diversos meios de colocar a criatividade em prática e explorar ao máximo a sua aplicação. Abaixo alguns meios mais tradicionais já utilizados atualmente pelas organizações:
  1. Publicações impressas –  Veículo que cria  fidelidade e credibilidade junto ao público que se destina;
  2. Boletim – Publicações com conteúdos específicos; 
  3. Jornal – Publicação dirigida;  
  4. Publicações eletrônicas -  ferramenta bem eficiente que pode ser acessada em  diferentes ambientes;
  5. Blog – Caderno digital;
  6. Newsletter – Publicação institucional com informações corporativas;
  7. Revista – Publicação dirigida  com conteúdo normalmente interativo;
  8. TV corporativa – Canal que fortifica e materializa os atributos da organização.

Já no ambiente digital, as empresas fazem  uso de  alguns veículos tecnológicos, como os chats  - utilizado para conversas em tempo real. Também a webcast e a media streaming – tecnologias que permitem o tráfego de vídeos on-line.

Criar, inovar e recriar! Escolhemos alguns tipos de veículos criativos com importante papel nas organizações. Como: teatros-empresas, que é uma ferramenta utilizada para interagir com o público de modo criativo e gerar grande influência nos comportamentos da organização.


Existem também meios que incentivam a interação, como os  cafés da manhã, festas de happy hours, feiras e até mesmo os  coquetéis, que trabalham a comunicação interna de uma forma descontraída.

Deu para ter uma noção básica do quão grande é esse tema? Chega de preguiça e põe essa cabeça para funcionar, criatividade e inovação já! 


Próximo tema: A comunicação interna diferenciada.


Susana Ferraz :)

terça-feira, 13 de maio de 2014

Empresas em destaque


Como citamos nos posts anteriores, a comunicação interna não é só a base das empresas, mas também é importante para a sustentação e imagem da organização. A comunicação interna é uma ferramenta estratégica que todas as empresas deveriam ter, pois garante que todos os funcionários compreendam os ideais, valores e objetivos da organização, gerando o fortalecimento da cultura corporativa e por sua consolidação. Afinal, quanto mais informado o funcionário está, melhor será a qualidade de seu trabalho. Seguindo esses conceitos, procuramos empresas que são exemplo de valorização do seu público interno. Ao pensar em onde trabalhar procuramos um lugar que nos dê conforto, integração e bem estar. A CI procura dar valor e prestar atenção nesses aspectos.


A Natura é uma empresa de grande porte, está dentro do ramo de cosméticos e é conhecia fora do Brasil, atuando na França e América latina, também considerada uma das melhores organizações para se trabalhar no Brasil. Podemos confirmar essa fama conferindo em seu site, onde encontramos valores como “Construir um ambiente de trabalho estimulante e criativo, no qual as pessoas se sintam respeitadas em sua individualidade, reconhecidas por suas contribuições, estimuladas a aceitarem desafios e buscar o novo é um exercício diário que envolve todos nós.” e “Estabelecer um diálogo aberto e honesto com nossos gestores, com nossas equipes e nossos pares.”


O Google é também uma empresa desejada por muitos profissionais mundo a fora. A empresa procura valorizar seus colaboradores por meio de entretenimento, flexibilidade e conforto durante o trabalho, fazendo com que o ambiente não se torne um local estressante e desse modo acreditam que as pessoas produzirão mais e terão uma qualidade de vida melhor.

Por meio da comunicação interna a empresa consegue conscientizar e valorizar o funcionário, mostrando a importância dele na empresa e como é essencial a sua função, gerando esse tipo de reconhecimento  e fazendo com que as pessoas queiram ingressar na organização e as que já trabalham se dediquem mais e se tornem cada vez mais fiéis. Investir no público interno é investir numa relação de confiança e no futuro da própria empresa.

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         Por: Maíra Pizzo, 21, pequena inspiração